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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Quando a distancia ... aproxima



 " Tudo que amo deixo livre, se voltarem foi porque as conquistei, se não voltarem foi porque nunca as tive de verdade ...

 Aprendi que não é por mantermos aquele que amamos preso com o nosso carinho e amor que ele vai ficar sempre junto de nós porque se do lado de lá não existir amor verdadeiro esse alguém vais sentir-se preso e assim que tiver liberdade vai deixar-nos como uma nuvem que desaparece com o despontar do sol.

 Temos de deixar aquele que amamos livre para fazer as suas proprias escolhas e só assim saberemos se gosta verdadeiramente de nós ou não, porque se gostar nunca nos abandonará, porque uma coisa é certa quando dois não querem apenas um não consegue fazer.

 Os corações ficaram sempre unidos mesmo que exista distancia fisica, o amor supera tudo, sobrevive a tudo ... não existe tempestade que abane dois corações verdadeiramente apaixonados.
O amor só acaba com a distancia quando não se ama verdadeiramente porque não existem nem oceanos nem terra que separem quem se ama.

 Aprendi a nunca desistir do amor porque quando menos esperamos existe sempre a alma gemea que ainda não tinhamos descoberto mas que quando menos se espera está ali ao virar da esquina, que é como quem diz mesmo à frente dos nossos olhos.

 Gostaria de ter escrito estas palavras no dia de São Valentim mas possivelmente a inspiração ainda não era totalmente do meu conhecimento e por isso preferi “deitar cá para fora” hoje aquilo que me vai no intimo. "

by Alexia



sábado, 25 de dezembro de 2010

Quando se ama alguém

"Quando se ama alguém, tem-se sempre tempo para essa pessoa.
 E se ela não vem ter connosco, nós esperamos.
 O verbo esperar torna-se tão imperativo como o verbo respirar.
 E aprendemos a respirar na espera, a viver nela, aperfeiçoando-nos um sonho como se... fosse verdade.
 A vida transforma-se numa estação de comboios e o vento anuncia-nos a chegada antes do alcance do olhar.
 O amor na espera ensina-nos a ver o futuro, a deseja-lo, a organizar tudo para que ele seja possível.
 E se calhar é por tudo isso que já aprendi a esperar, confiando à vida tudo o que não sei, ou não posso escolher.
 É mais fácil esperar do que desistir.
 É mais fácil desejar do que esquecer.
 É mais fácil sonhar do que perder.
 E para quem vive a sonhar, é muito mais fácil viver."


(Diário da tua ausência - Margarida Rebelo Pinto)
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“Podias ter-me dito que ias sair da minha vida. A paixão é mesmo isto, nunca sabemos quando acaba ou se transforma em amor, e eu sabia que a tua paixão não iria resistir à erosão do tempo, ao frio dos dias, ao vazio da cama, ao silêncio da distância. Há um tempo para acreditar, um tempo para viver e um tempo para desistir, e nós tivemos muita sorte porque vivemos todos esses tempos no modo certo. Podias ter-me dito que querias conjugar o verbo desistir. Demorei muito tempo a aceitar que, às vezes, desistir é o mesmo que vencer, sem travar batalhas. Antigamente pensava que não, que quem desiste perde sempre, que a subtracção é a arma mais cobarde dos amantes, e o silêncio a forma mais injusta de deixar fenecer os sonhos. Mas a vida ensinou-me o contrário. Hoje sei que desistir é apenas um caminho possível, às vezes o único que os homens conhecem. Contigo aprendi que o amor é uma força misteriosa e divina. Sei que também aprendeste muito comigo, mais do que imaginas e do que agora consegues alcançar. Só o tempo te vai dar tudo o que de mim guardaste, esse tempo que é uma caixa que se abre ao contrário: de um lado estás tu, e do outro estou eu, a ver-te sem te poder tocar, a abraçar-te todas as noites antes de adormeceres e a cada manhã ao acordares. Não sei quando te voltarei a ver ou a ter notícias tuas, mas sabes uma coisa? Já não me importo, porque guardei-te no meu coração antes de partires. Numa noite perfeita entre tantas outras, liguei o meu coração ao teu com um fio invisível e troquei uma parte da tua alma com a minha, enquanto dormias."


(Margarida Rebelo Pinto - http://pensador.uol.com.br/autor/Margarida_Rebelo_Pinto/)

domingo, 31 de outubro de 2010

De um tio atento :)


"Mas quando que comecei a te perder? Porque sei claramente hoje que você partiu sem me avisar. Devagar. Para que eu não pudesse perceber. E quem eu via enquanto te olhava assim?
Pois o encontro com a dor só viria depois. E meu sofrimento seria o diploma da minha insensatez."


(meu amigo talvez não sejam exatamente assim os detalhes... mas todos vivem de certa forma essa história... força!)